sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Os milagres que acreditamos


Muitas vezes estamos tão programados, andamos como máquinas ambulantes e não percebemos as sutilezas da vida. O toque das pessoas que te amam... Uma palavra, um aperto de mão, um carinho, um sorriso, um conforto. Os pássaros de rabo grande que aparecem nas proximidades da sua janela, o céu azul, iluminado dia e noite, o balanço das roupas no varal. A gentileza. Os milagres que acreditamos... Eles podem chegar! Precisamos crer em algo para que as coisas prossigam. Olhe para o lado caro amigo, existem tantas belezas sutis por aí... Feliz sexta! Hahaha Sorria bem mais que isso.

Para o céu, quem olharia?


Quem olharia com
Tanta ternura para o céu?
O canto dos passarinhos
O bem-te-vi, o sabiá, o João de barro?
Um beija-flor passa apressado...
Uma joaninha!
Há quanto tempo
Não vejo uma joaninha
Que pousa em minha mão.
Sorte?
E tudo isso no meu quintal.
Eu ainda gosto
De me encantar
Com as pequenas coisas...
Momento lírico
Confidências trocadas com as rosas...
E será que elas não falam mesmo?
Eu olharia para o céu
Com tal e tanta ternura.


Débora Corn



There's nothing you can know that isn't known
Nothing you can see that isn't shown
Nowhere you can be that isn't where you're meant to be
It's easy

All you need is love
All you need is love
All you need is love, love
Love is all you need

The Beatles
Composição: John Lennon & Paul McCartney

domingo, 14 de novembro de 2010

Câmera Idéia ep. 10




Para quem ainda não viu o Câmera Idéia, aproveita o feriado. Um dos episódios indicados pelo you tube. Veja a entrevista internacional com Luíz Fernando Bracchio, mexicano, ator de dramalhões. E depois é só seguir no twitter...

Gracias Brasil!

Ano que vem tem muito mais Câmera nacional e internacional!

Let's have fun!

besos!

Pelo amor do Salvador, volta pra Bahia







Pelo amor do Salvador
Volta pra Bahia
Pra mim volta

Pelas ladeiras vem correndo
Que eu tô morrendo sem afeto
Não tomo água, só tomo whisky
Pra não lembrar, mas não esqueço

Se derrete por mim nesse sol.
Não vou nem mais atrás do trio elétrico
Com a tristeza durmo, acordo ela ta ali
Volta pra me salvar, meu salvador!


Pelo amor do Salvador, volta pra Bahia
Débora Corn

O medo embriaga


O medo embriaga o espírito e o deixa bêbado rapidamente. Dilacerando as vísceras chegando ao peito tomando o coração. Martelamos vidro com uma montanha de bobagens. Dormindo e acordando com sensações idiotas. Vai e vêm pensamentos... Com as mesmas besteiras, os medos. Até que um dia as rosas abrem, a chuva cessa, o céu volta a ser azul, o pôr-do-sol novamente faz sentido e a ventania é de novo vento leve. Pode-se então, voltar a respirar e gargalhar das piadas inusitadas, sem medo de nada. Sem temer absolutamente nada.

Débora Corn


Você vai rir de tudo isso, espera um pouco mais pro fim da história
Tudo passa, tudo muda, muita calma nessa hora

Leoni

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Experimentos II A missão






vai experimentando
na vida
na cabeça
no amor
na saudade
na paixão
no bem estar
na sede de tomar soluções
no quintal de casa
no mundo ali fora

eu experimento
ele experimenta
e tu?


Débora Corn

Experimentos






Experimentar.

Ontem depois de um ensaio, resolvi fazer experimentações, foto de Débora Corn por Débora Corn que sou eu mesma no caso. A brincadeira foi divertida e até que gostei do resultado. Para quem gosta de fotos sem foco, experimentais mesmo, como eu gosto, tá aí!

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Olhos marejados




Se eu soubesse quantas
Estrelas têm no céu
Eu ligaria só pra lhe contar.
Se a tristeza se afastasse
Por bastante tempo
Eu abriria os olhos e você
Estaria na sacada.

Estrela-cadente
Seja competente

Que minha lágrima seque antes da lua ir-se.
As lembranças dele estão em todas as caixas.
O galo já canta e com ares tristes quero
Continuar olhando as estrelas.

Se eu possuir toda riqueza
Mas não tiver seu amor
Isso é quase nada

Mas se eu pudesse te dar
As incontáveis estrelas
Seria quase tudo

Eu quero sempre voltar
Pra seus braços, pra seus beijos.
Meus olhos marejados
Querem ver-te em minha casa.
Como é bonito seu lirismo
É pra você meu terno suspiro.

Sem você por perto
Os olhos vivem pra lamentar.
Não adianta
É pra seus braços, pra seus beijos
Que eu sempre quero voltar
Você está no meu sangue
Não adianta


Olhos marejados
Débora Corn