Lugar Com Dono
Ser Dono do nariz! Saber ter um nariz e ser dona/dono dele. Tire o nariz de onde não foi chamado! Mas cheire bem os temperos e flores. Pra ser Dono do seu próprio narizão, nariz regular ou narizinho não é bem assim... Não é! Mas segure ele e diga: Sou Dono/Dona desse nariz.
segunda-feira, 28 de maio de 2012
a bota vermelha vai
capítulo 1
eu vou pra Lalía
Vou pra Lalía, com minha cesta de maças, já têm maças e vou pra Lalía, cada coisa que me irrita, anjo universal
afaste o que não é bom da minha pupila, volte o vento mais forte, porque ele volta e não vem. Estou indo pra Lalía, eu
já sinto, eu já vejo? Só não sei como levarei meus sapatos e casacos e botas e todas minhas roupas, todas não vão mesmo, mas a bota vermelha vai. Minha boca é confiança até mesmo sem brilho, meus dentes são adorados, minhas mãos bem brancas carregam a mala, a bagagem toda, é um mundo, país novo, que diz: Bem Vinda, mulher com poder nos olhos. Não tema boabagens, não é de seu feitio. Garantir é com sua palavra. Palavra de fé, palavra de honra. Palavra de briga, mas não de desordem. Num fluxo pensante, me lembro, pra que levar tão a sério essa vida? Vamos rir na quarta a tarde, sem culpa... Não vamos trabalhar amanhã tão cedo e ir no parque já em Lalía, não esquecendo de Lalía, a Lalía seja boa pra mim... Vou girar o vestido na praça em Lalía, vou passar pela fonte de bicicleta, vou ter que comprar uma bicicleta em Lalía, mas as botas vermelhas? Ah, sim, no inverno em Lalía posso andar de bicilcleta com elas e passar pela fonte, pelo café e chegar na minha casa em Lalía. O amor é cada vez maior em Lalía também. Oh Lalía, oh oh!!!! A música para Lalía é animada...
segunda-feira, 7 de maio de 2012
um bebê sorriu pra mim
Um passarinho veio me dizer coisas hoje, não respondi pois não falava a língua dele. Era algo sobre riso de um bebê, foi o que eu entendi... O som era contagiante e me fez rir também.
Débora Corn
quinta-feira, 12 de abril de 2012
pensamento do vento
Porque não gostar de poesia?
Essa ânsia
Dos vidros pintados poéticamente
deixa a poesia refrescar seu dia
deixa
Débora Corn
Essa ânsia
Dos vidros pintados poéticamente
deixa a poesia refrescar seu dia
deixa
Débora Corn
segunda-feira, 12 de março de 2012
os olhos do cavalo
os olhos do cavalo
são tão grandes
tão tristes
esperançosos de quê?
iluminados
pelo dia
acariciados por nada
pobre
cavalo
pobre
de quem tem
olhos
tão
tristes
como
os
seus
são tão grandes
tão tristes
esperançosos de quê?
iluminados
pelo dia
acariciados por nada
pobre
cavalo
pobre
de quem tem
olhos
tão
tristes
como
os
seus
Magra
Magra
me sinto
Branca
Brilhante
Viva
Respirando
O vento
Ouço
As folhas
que
são
música
Lúdica
E faço todo mundo rir
Ilumina
Sorriso
Toda essa rua
Essa cidade inteira
beira
a loucura
essas crônicas da noite
eu tenho a idade do quê?
nova
os delírios
dos dezessete anos
voando
os meus vinte e poucos
jovem
relaxando
em algum travesseiro
pra acordar
irradiando
cintura
olhos
razão
rebola
olha
molha
olhos
noites
lâmpadas
magra
piscando
vendo
acontecendo
Débora Corn
me sinto
Branca
Brilhante
Viva
Respirando
O vento
Ouço
As folhas
que
são
música
Lúdica
E faço todo mundo rir
Ilumina
Sorriso
Toda essa rua
Essa cidade inteira
beira
a loucura
essas crônicas da noite
eu tenho a idade do quê?
nova
os delírios
dos dezessete anos
voando
os meus vinte e poucos
jovem
relaxando
em algum travesseiro
pra acordar
irradiando
cintura
olhos
razão
rebola
olha
molha
olhos
noites
lâmpadas
magra
piscando
vendo
acontecendo
Débora Corn
quarta-feira, 7 de março de 2012
um espontâneo para março
um batuque
um céu azul
um pouquinho de vida
uma ligação
água nesse olhar
deixa a paixão dançar
uma corrida
um licor
uma maça
as mãos bem brancas
deixa essa paixão
cantar
uma ciranda
um que de qualquer coisa
uma estranheza pela manhã
uma confusão
desentendimento a con te ce
deixa a paixão vibrar
uma risadinha
lembranças em todo lugar
deixa se apaixonar todo dia
sentir
cheirinhos
um pé na água
uma cabeça lá longe
deixa estar
deixa
a paixão
balançar
balança
lança
lança
lança
um céu azul
um pouquinho de vida
uma ligação
água nesse olhar
deixa a paixão dançar
uma corrida
um licor
uma maça
as mãos bem brancas
deixa essa paixão
cantar
uma ciranda
um que de qualquer coisa
uma estranheza pela manhã
uma confusão
desentendimento a con te ce
deixa a paixão vibrar
uma risadinha
lembranças em todo lugar
deixa se apaixonar todo dia
sentir
cheirinhos
um pé na água
uma cabeça lá longe
deixa estar
deixa
a paixão
balançar
balança
lança
lança
lança
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
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